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Tendências e Empreendedorismo - Gramado como Modelo Palestra

segunda-feira, novembro 07, 2016

Curso intensivo de Desenho em Florianópolis


Quer aprender DESENHO em 36 horas de aula?
É agora então! Curso intensivo de 3 semanas, das 19 à 22 horas, no ITACORUBI, em Florianópolis. (Possivel também horários alternativos para grupos com mínimo de 5 pessoas).
Ideal para DECORADORES, ARTISTAS PLÁSTICOS, MARCENEIROS, ESTUDANTES, ou para quem GOSTA DE DESENHAR.
NÃO NECESSITA EXPERIÊNCIA ANTERIOR!
Participantes recebem APOSTILA!
Idades e grupos dos participantes:
De 10 a 14 anos - Grupo diurno
De 14 anos acima - Grupo noturno
Terceira idade: Grupo diurno
Contato: (48) 9961 1546 whatsapp


domingo, novembro 06, 2016

Entardecer com Paz



Quando era menino, com minha avó, uma senhora austera e religiosa, mas doce e divertida também, tomei gosto pelo estudo de profecias. Não estudava apenas por curiosidade, nem por medo, mas por necessidade, e por esperança.  E também, sim, porque gostava muito.
Hoje, não posso mais dizer que gosto, porque conhecer profecias é uma necessidade. Não se pode mudar uma única linha daquilo que está escrito para que aconteça, mas podemos mudar nossa atitude em relação aos acontecimentos, para nos preservarmos de sofrimentos, e também, pelo conhecimento, para prevenção de angústias desnecessárias.

Quando falava das profecias, quando menino, falava com autoridade de quem tinha certeza compreender cada passo da história que ainda não havia acontecido. Quando falo de profecias hoje, falo como meio de prover  algum conforto, pela certeza que tudo que está acontecendo, estava escrito nas profecias.

Quando era menino, via com esperança e medo os fatos que presumiriam a vinda do Messias. Hoje, vejo com perplexidade e perplexo fico ao perceber que tudo aquilo já esteja acontecendo, e eu ainda estou aqui para ver todas estas coisas acontecendo.

Quando eu era menino, acreditava que poderia e deveria fazer minha parte para convencer e converter pessoas para que acreditassem da mesma forma que eu acreditava, e passassem a viver da mesma forma que eu presumia ser a correta para ser vivida, embora eu mesmo não fosse capaz de vivê-la, posto que tudo que eu tinha era um pouco de conhecimento, pelo estudar e ouvir, mas não tinha suficiente convicção que tivesse a capacidade e argumentação necessária para convencer e converter pessoas, para que abraçassem a minha própria fé.

Quando eu era menino, acreditava que eu conhecia a única religião certa e a única capaz de salvar pessoas para a eternidade, contanto que se submetessem às normas que eu próprio contestava, porquanto não era a religião ou as doutrinas, ou muito menos as profecias que eu pregava, mas um modo de vida que nem eu mesmo era capaz de suportar, e por isso, muitas foram as vezes em que me rebelei contra isso ou aquilo, e ao fim, sentia-me culpado, acreditando que estava me rebelando contra o próprio Deus, a quem eu tanto amava.

Quando eu era menino eu tinha sonhos, tinha fé, e tinha ânsia de arrebanhar o mundo pelas minhas palavras, para que o Messias viesse de uma vez. Queria que Ele viesse, mas tinha medo das coisas que antecederiam a Sua vinda. Como alguém que quer ser curado, mas não quer tomar o remédio, por ser às vezes amargo.

Hoje não sou mais menino. Deixei um pouco de lado o afã por saber minúcias dos acontecimentos, cruzando profecias com historia, matemática, teologia, apologetica, escatologia, e todas as ciências relacionadas com as profecias e com a iminente vinda do Messias.

Hoje não sou mais menino, e o saber se multiplicou, da mesma forma que dizia o profeta Daniel. A ciência foi esquadrinhada. Terror, guerras,e terremotos, destruição de famílias, a maldade se assenhorando do coração das pessoas, fome generalizada, sofrimento, dor, morte, desespero, angústia, o tempo sendo roubado da nossa vida, a vida se escoando pelo ralo da insignificância, e eu assistindo isso tudo enquanto caminho pelas ruas absorto na leitura dinâmica e nervosa de meu celular, traçando estatísticas nervosas e comparando os gráficos do temepo, percebendo que os acontecimentos são mais velozes do que minha capacidade de acompanhá-los, mesmo apenas para atualizar minha linha cronológica reversa, contando o tempo que falta para que isso tudo tenha fim.

O mundo chegou no seu ocaso. Não são os profetas quem dizem, mas a ciência. O mundo não cabe mais no mundo, e isso não é a Bíblia quem diz, mas os noticiários nervosos. O mundo, que foi feito para acolher o Homem, abraçou e sufoca o home, como vingança por estar sendo sufocado pela incontinência da ganância, onde o Homem é o lobo do Homem, o algoz do Homem, o túmulo do Homem.

Hoje não sou mais menino, mas algo aconteceu comigo nesta  caminhada furiosa por vencer o mundo, e quando vi que meus passos eram curtos  demais para o acelerado compasso do avanço do futuro que nos varre igual a mil tsunamis com suas novidades, percebi que estava, igual à uma serpente que  rasteja, perdendo a casca, e me reconhecendo novamente um menino.

Nesta desenfreada luta pela sobrevivência, matando feras a cada instante, descobri que é capaz de atravessar um dia de tempestades, e fruir do entardecer com serenidade e relativa paz.

Mas como posso falar de paz, se acabo de citar que o mundo está em convulsão, gemento as dores de um parto sem fim? Será que fui anestesiado e passei a hibernar a consciência para a dor alheia, envolto em minha capa de fé, estribado no meu conhecimento acerca das profecias, e sabendo que tudo o que esteja aconetecendo estava asim previsto, e que esta certeza também entorpece a minha consciência, em relação aos  demais?

Não! O meu entardecer de paz é semelhante a cada entardecer do povo hebreu no Egito, durante as pragas que assolavam seus algozes. Não eram atingidos, e ainda assim oravam por seus senhores. O meu entardecer de paz é a certeza que tenho que mesmo diante do cumprimento de todas estas coisas diante dos meus olhos, sei que tenho que  fazer apenas aquilo que posso  fazer, de acordo com as minhas forças, com o melhor de minha  capacidade de fazê-lo, e assumir minha responsabilidade de primeiro mudar aquilo que pode ser mudado dentro de mim mesmo, e depois,, fortalecido, levar esta mudança ao que estiver mais próximo de mim, não do meu jeito, mas do jeito de Deus. Meu entardecer de paz é saber que minha força é humana, e que minhas mãos e pernas são limitadas, mas que minha oração pode ir além. É ilimitada em poder, inabalável em magnitude, inatingível pelas fagulhas do mal.

No meu entardecer de paz, reconheço as minhas limitações em subir apenas um degrau por vez, mas é sempre acima. Reconheço que minha carga não pode ser erguida além das minhas forças, então busco forças com Quem não tem limite para suportar peso algum. E meu entardecer será sempre de paz, mesmo que o mundo desabe ao meu lado, até mesmo porque o mundo está cheio de cupins. Não suporta mais seu próprio peso. Então daqui nada mais espero, mas mesmo assim, ainda tenho responsabilidade de cuidar daquilo que tenho.

Se o mundo onde vivo não é o mundo dos meus sonhos, devo preservá-lo para que o mundo que nem mesmo meus mais elevados sonhos são  capazes de descrever, seja guardado para mim. É neste mundo que eu  creio de verdade. É deste mundo que as profecias que conheci quando menino contavam, lá no final, sempre. Minha história então, acaba de começar pelo fim daquilo que não é bom, para recomeçar pelo princípio daquilo que será eterno. Era disso que falavam as profecias que eu tanto amava estudar.

Shalom!

quarta-feira, novembro 02, 2016

Tendências e Empreendedorismo - Gramado como modelo Venda do Livro

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sábado, outubro 15, 2016

O Poder da Palavra


Sempre ouvi dizer que a maior invenção da civilização tenha sido, talvez, a invenção da imprensa, e antes disso, da escrita. De fato, não fosse a escrita, você não estaria lendo isso. Eu poderia gastar uma página inteira aqui apenas tecendo a utilidade da escrita. Então, fica estabelecido que, sim, a escrita foi uma das grandes viradas de página (ih, olha eu com meus trocadilhos infames de novo) da historia da humanidade. Que bom escrever. Tente fazer isso, mas cuidado, porque a pena é o chicote da alma, assim como a língua é o chicote da bunda. São duas atitudes que já levaram muitos, mas muitos (pense em muitos e multiplique muitas vezes mais), ao cadafalso, e com certeza, ao pó da terra. Eram escritores, e ao pó voltaram. Eram faladores, e ao pó retornaram. Por escrever, e por falar.
Mas, se não fosse para ser contraditório, escrever o óbvio qualquer um faz. Quero contestar. Contrariar, subverter. Escrevo então, que mais importante que escrever é falar. Escrevo e depois assino, que foi a fala, e não a escrita, quem fortaleceu a base da civilização. E provo aqui mesmo que é a fala quem faz com que nos tornamos de novo humanos, tribais, e familiares. Basta ler a Bíblia, que vai saber que até cerca de 3000 a.e.C., tudo era passado de geração em geração, através das rodas de prosa à sombra dos carvalhais. Que a Tradição Oral continuou, na cultura judaica, e na cultura oriental, de modo geral, até cerca do primeiro século d.e.C. todos sabem (exceto Apolônio Lacerda, meu Alter Ego subversivo). Na realidade, a tradição oral é parte e a manutenção da cultura de muitos povos orientais. É pela tradição da prosa dos galpões que se preservam as historias e a própria cultura. Porém, não é de tradição que quero falar agora, e sim de gente. Quero falar das pessoas. Quero falar da família.
Pense que os primeiros anos de nossas vidas, não líamos, nem escrevíamos nada. Apenas falávamos e ouvíamos. Dentro de uma casa civilizada (não confunda com pós moderna), as pessoas falam entre si. Quando quero um abraço de meus netos, eu peço, falo, estendo os braços. Nunca tentei escrever, mas acho que perderia um tempo enorme. Talvez um recadinho breve pelo whatsapp. talvez. Mas falar ainda é mais eficiente e prático.
Uma poesia não tem a mesma sublimidade, dramaticidade, ou energia, se apenas lida. Uma poesia tem que ser declamada, entoada, para tocar na alma. É a sonoridade do cantar da mãe que embala o bebê ao dormir. É o som doce de "eu te amo", que toca o coração de alguém apaixonado. Com sussurro, com brando  falar. É o grito estridente do comandante que empolga a tropa para a batalha. É a oratória do pregador quem toca o espírito da congregação. É a fria palavra do juiz quem dá peso à sentença. É na palavra falada que sentencia-se ao cativeiro ou à liberdade o réu. É no falar que se reconhece a língua dos Homens ou dos Anjos. Então, falar leva mais longe que escrever. E, sério, se pudesse falar isso que escrevo,bem, deixemos assim. Minha voz não é exatamente o trinar de um rouxinol no escuro da noite. Gosto de escrever, mas se me deixarem falar...

terça-feira, setembro 27, 2016

Tendências e Empreendedorismo - Gramado como Modelo Palestra


Querido fanático por difamação. Fala serio!



Querido fanático por difamação.
Fala serio!
Você realmente acha que eu vou votar no seu candidato porque você se aproveita do parafuso solto que tem para desmanchar a honra dos outros?
Você realmente acha que por gritar, xingar, difamar, esbravejar, espalhar sua destilaria de veneno contra alguém por quem tenho respeito e admiração, vai me convencer a mudar de lado e me engajar nas suas doidices?
Você realmente acredita que por te faltar argumento favorável e propostas construtivas, alguém que ainda não decidiu o voto, irá fazê-lo porque tem medo de sua ira?
Você realmente acredita que quem te escuta, o faz por convicção e não por conveniência de poder fechar sua boca o mais cedo possível?
Você realmente acha que com seu discurso odioso de “moralidade” cívico eleitoreira vai convencer alguém que porque você baba enquanto berra, o seu candidato possa ser perfeito, justo e bom, e que o meu candidato seja o diabo vestido de gente?
Você de fato crê que a melhor solução para construir uma sociedade justa é urinar na fotografia do oponente, cuspir nas placas, e fotografar bueiros, criar ”fakes”, difamar, ameaçar, ofender, em lugar de propor soluções com educação, e permitir que as pessoas reflitam sem nenhuma pressão e a partir desta reflexão escolham o melhor caminho?
Você realmente crê que possa me fazer crer na sua forma de pensar, simplesmente porque é uma pessoa mais mal educada que eu, e com base nisso cria brechas para me fazer calar?
Nunca imaginou que se me calo é por educação e não por medo? Nunca pensou que quem se cala, fala mais pelo silêncio do que pela loucura da retórica vazia? Nunca pensou que quem se cala não espalha mau hálito pelas narinas alheias?
Fala serio! Ou melhor, se não tiver nada serio pra falar, não fale nada. Talvez assim eu possa entender melhor o que me diz.

domingo, agosto 07, 2016

Jardim das Ninfas
Baixo Relevo sobre tronco de Guabiroba (Árvore caída).
66 Cm de altura x 65 Cm de comprimento.
Base em raiz de eucalipto antiga.
Esculturas vivas by Pacard
Vendas inbox ou (54) 9101 9160 0 8132 5192


O ancião
Escultura viva
by Pacard

Madeira de Coronilha (Sucará, Assucará) - Base eucalipto
28 cm com a base
(Madeira proveniente de árvores caídas em margens de rios)























quinta-feira, junho 16, 2016